Hospedagem VPS gerenciada especializada em suportar backends de aplicativos móveis: dimensionamento e gerenciamento de solicitações de API.

Cerca de 60% do tráfego de internet em todo o mundo provém de dispositivos móveis. Mais de 4 bilhões de smartphones e tablets estão constantemente conectados à internet, sendo utilizados por aproximadamente 90% dos usuários da internet.
Tão surpreendente quanto esses dados são, você não precisa deles para perceber o impacto positivo que um aplicativo móvel pode ter no crescimento de sua empresa. Se você já utilizou um smartphone, compreende o quanto um aplicativo pode oferecer uma experiência sofisticada e interativa que um site não é capaz de proporcionar.
Como dono de empresa, é possível utilizar essa experiência do usuário para ampliar o reconhecimento da marca, aumentar a abrangência e aprimorar as taxas de conversão e fidelização de clientes.
Entretanto, é fundamental garantir que o aplicativo seja não apenas visualmente atrativo, mas também eficiente. Para isso, é necessário contar com um backend bem elaborado e uma infraestrutura de hospedagem robusta. Esses são os aspectos que serão abordados no texto de hoje.
O que significa a parte de trás de um aplicativo móvel e como é feito seu armazenamento?

O frontend é a interface de um aplicativo que o usuário utiliza para visualizar e interagir. Por meio dele, os usuários podem ver o conteúdo do aplicativo e acessar botões, links e campos para interagir com diferentes recursos.
Sempre que um usuário interage com um componente do aplicativo, eles criam uma solicitação que é enviada pela internet para o backend. Este é responsável por executar diversas tarefas, como autenticação, armazenamento de informações de perfil, fornecimento de conteúdo, processamento de pagamentos, entre outras funções. Além disso, o backend também é responsável por enviar atualizações e notificações, e chamar a atenção do usuário quando necessário.
Para realizar essa tarefa, o sistema de backend conta com três elementos principais como suporte.
Hardware se refere aos componentes físicos de um sistema de computação, como a placa-mãe, processador, memória RAM, disco rígido, entre outros.
Para executar as funções de entrada, o backend requer recursos como memória, capacidade de processamento e espaço de armazenamento, os quais são disponibilizados por um servidor físico ou virtual. Esse servidor de backend pode ser formado por um grupo de máquinas que colaboram para assegurar alta disponibilidade e desempenho eficiente do aplicativo.
Base de dados
Quando um indivíduo se registra, produz informações que são armazenadas no banco de dados do aplicativo. Da mesma forma, ao realizar ações como fazer login, fazer um pedido ou escrever um comentário, novos dados são gerados e armazenados para que o backend possa acessá-los e realizar modificações necessárias.
A Application Programming Interface (API) é um conjunto de regras e protocolos que permite a comunicação entre diferentes softwares.
API é a sigla para Interface de Programação de Aplicativos e desempenha um papel crucial ao interligar o frontend e o backend, simplificando a troca de informações entre eles. Sem a presença da API, a aplicação não seria funcional.
Cada aplicativo móvel necessita de uma abordagem única para o design e a hospedagem do seu backend, uma vez que os dispositivos móveis operam em ambientes variados, com diversas redes e sistemas operacionais.
Embora não exista um conjunto definitivo de instruções passo a passo para a criação de um servidor de backend confiável, é possível seguir algumas diretrizes simples e boas práticas que podem ser úteis.
Classificações de backends de aplicativos móveis e fases para desenvolver uma base sólida.
Existem duas categorias de sistemas de suporte para aplicativos móveis.
Sistemas de retaguarda convencionais
Um backend convencional é desenvolvido desde o início. A primeira etapa é selecionar uma linguagem de programação e criar todas as funcionalidades desejadas para a aplicação. Geralmente, é utilizado uma mistura de código personalizado e bibliotecas prontas.
Criar um backend convencional demanda mais do que algumas horas de trabalho. É necessário escrever código e ter um conhecimento aprofundado sobre o funcionamento dos componentes do backend para garantir a funcionalidade e confiabilidade desejadas.
Um backend convencional é hospedado internamente, o que requer a busca por um servidor de hospedagem web apropriado para realizar o desenvolvimento e a implantação.
Serviço de backend como uma ferramenta (BaaS)
Caso você não possua as habilidades ou tempo necessários para desenvolver tudo do zero, é possível encontrar soluções prontas de back-end que contêm a maioria das funcionalidades essenciais para aplicativos móveis convencionais. Além disso, algumas plataformas, como o Firebase, permitem a ativação de recursos menos comuns por meio de plugins.
Algumas das opções de BaaS são disponibilizadas em um modelo de serviço completo, onde são hospedadas pelo provedor. Por exemplo, ao utilizar o AWS Amplify, a infraestrutura de backend do seu aplicativo será totalmente hospedada pela Amazon.
Existem plataformas BaaS auto-gerenciadas disponíveis, que exigem o uso de um servidor web confiável para implementação.
Vantagens e desvantagens
Um servidor de backend convencional oferece maior flexibilidade para planejar a estrutura de suporte do aplicativo de acordo com suas preferências. É possível personalizar cada elemento conforme necessário e adicionar funcionalidades específicas de acordo com suas exigências.
Essa maior flexibilidade tem um custo adicional. Desenvolver um backend sólido para um aplicativo móvel a partir do zero é um procedimento complicado que demanda bastante tempo e habilidades técnicas específicas. Ao planejar o lançamento do seu projeto, é importante levar isso em consideração. Se você não possui o conhecimento necessário para desenvolver tudo por conta própria, será preciso contratar um desenvolvedor, o que impactará o seu orçamento.
As plataformas BaaS podem não ser ideais para iniciantes, mas são menos complexas e mais fáceis de se adaptar. Geralmente vêm com documentação detalhada, o que facilita encontrar soluções rápidas em caso de dúvidas.
Não existe uma abordagem correta ou incorreta ao decidir como construir o backend de seu aplicativo móvel. A escolha deve ser feita levando em consideração as características e exigências específicas do seu projeto. Como cada aplicativo é único, não há um modelo padrão a ser seguido na construção do backend. No entanto, é importante que o processo inclua algumas etapas-chave.
Sinônimo: Elaboração de estratégias.
Nesta fase inicial, é essencial realizar uma avaliação minuciosa do sistema principal e do projeto como um todo. É necessário identificar as funcionalidades do aplicativo, compreender seu funcionamento e conhecer seu público-alvo. Esses dados serão fundamentais para definir as demandas que o backend precisa atender e os recursos que devem ser disponibilizados.
Também é recomendável realizar previsões sobre o aumento do aplicativo. Isso permitirá que você integre as capacidades de dimensionamento essenciais em sua plataforma personalizada ou opte por uma solução BaaS que já inclua essas opções.
A criação de modelos iniciais.
Nesta fase, é crucial que todos os elementos comecem a se integrar. Com o auxílio de ferramentas de wireframing, é possível criar um esboço que funcionará como um protótipo para o aplicativo finalizado. É nesse momento que você terá uma ideia de como o aplicativo será em termos de usabilidade e aparência.
Durante a etapa de prototipagem, é essencial definir quais funcionalidades serão mantidas e quais serão descartadas, ao mesmo tempo em que se inicia o desenvolvimento do backend. Nesse momento, normalmente são implementadas apenas as funcionalidades mais fundamentais, garantindo a interação com o aplicativo e a experiência do usuário.
Desenvolvendo a parte de trás do sistema
Com base em todos os dados obtidos nas fases anteriores, é possível iniciar a elaboração da versão definitiva do backend do seu aplicativo.
Primeiramente, é preciso avaliar as APIs e demais elementos requeridos para colocar em prática a funcionalidade desejada. Será necessário identificar quais elementos podem ser utilizados prontos e quais precisam ser desenvolvidos do zero. Por fim, é uma questão de integrar todos esses componentes em um sistema de backend coeso que seja compatível com o frontend.
Exames de avaliação.
É importante assegurar o pleno funcionamento de todos os elementos do backend do seu aplicativo por meio de testes rigorosos. Quanto mais falhas forem corrigidas nessa etapa, mais aprimorada será a experiência do usuário (UX) no lançamento do aplicativo. Uma UX melhor significa que os usuários provavelmente passarão mais tempo utilizando sua aplicação.
Durante a etapa de teste, não basta apenas focar na experiência do usuário (UX). É essencial também proteger os dados gerados por uma aplicação bem-sucedida, verificando e garantindo que os mecanismos de processamento de informações operem com elevados níveis de segurança.
Experimente considerar todas as possibilidades. Se você não tem certeza de sua capacidade de lidar sozinho, pense em contratar um profissional para auxiliá-lo, sobretudo se seu aplicativo envolve questões como transações financeiras ou dados pessoais.
Os testes de segurança devem abranger também a infraestrutura de hospedagem. Se houver um ataque DDoS no servidor de backend do aplicativo móvel, toda a aplicação pode ser afetada. Portanto, é fundamental assegurar que o provedor de hospedagem web tenha implementado medidas de proteção contra possíveis ataques de negação de serviço.
O ato de distribuir.
Depois de assegurar a segurança e a ausência de erros em seu backend, é o momento de colocá-lo em prática. As etapas a serem seguidas variam de acordo com o tipo de infraestrutura de hospedagem selecionada durante a fase inicial do planejamento.
Após a instalação do servidor (ou servidores), é necessário instalar cada componente separadamente e certificar-se de que estão operando conforme o previsto. É recomendável configurar ferramentas de monitoramento para acompanhar o desempenho do servidor e receber alertas sobre possíveis problemas.
Outro aspecto a ser considerado é que você está desenvolvendo um aplicativo para dispositivos móveis, os quais geralmente possuem menos capacidade de processamento e memória em comparação com computadores de mesa. Além disso, é importante levar em conta a limitação da bateria, assim como a menor largura de banda e maior latência das redes móveis.
Vamos explorar maneiras de lidar com essas dificuldades.
Princípios fundamentais de Design de API
As APIs são amplamente utilizadas. Na essência, cada programa de computador que você utiliza está ligado a um servidor remoto por meio de um conjunto de regras de programação.
Como é possível desenvolver um bom aplicativo por conta própria?
Primeiramente, é recomendável se familiarizar com os variados tipos de APIs. Embora as distinções nem sempre sejam claras, de modo geral, é possível classificar cada API conforme seu público-alvo, arquitetura e protocolo. Agora vamos analisar as categorizações:
Servicios de programación de aplicaciones de acceso público.
Ser público implica permitir que todos tenham acesso à API, embora ainda seja possível solicitar que os usuários criem uma conta ou configurem uma assinatura. Nesse caso, não há restrição de uso a dispositivos específicos. Se a intenção é desenvolver um aplicativo que qualquer pessoa possa baixar e instalar sem restrições, é provável que a API principal seja pública.
Servicios de programación de aplicaciones privados.
A API privada é exclusiva para um grupo específico de indivíduos. Somente dispositivos autorizados têm permissão para utilizá-la. Os dados e recursos são de propriedade exclusiva e acessíveis apenas aos membros da organização detentora.
APIs fornecidas por empresas parceiras.
As APIs de parceiros ocupam uma posição intermediária entre APIs públicas e privadas, não sendo totalmente acessíveis ao público em geral, mas também não limitadas ao uso interno. Geralmente são utilizadas para integrar dois serviços, como no caso da Amazon, que disponibiliza uma API para parceiros que vendem em sua plataforma, permitindo a gestão de pedidos, pagamentos e estoque por meio de suas próprias aplicações.
As APIs também podem ser classificadas com base na forma como organizam as chamadas e lidam com as respostas. Abaixo estão os principais tipos de estruturas de API.
APIs monolíticas se referem a interfaces de programação de aplicativos que são construídas em uma única peça ou unidade, em vez de serem divididas em partes menores e mais modulares.
Uma arquitetura monolítica possui uma base de código única e coesa, onde as alterações feitas em uma parte impactam automaticamente as demais. As APIs monolíticas facilitam o acesso a conjuntos de dados complexos, sendo muitas vezes comparadas à estrutura de um banco de dados relacional.
As vantagens de uma API monolítica incluem a simplificação do uso, facilidade de desenvolvimento e melhor desempenho em certas circunstâncias. Por outro lado, ao longo do tempo, a arquitetura monolítica pode tornar-se complexa, a escalabilidade pode ser um desafio e a integração com novas soluções de software nem sempre é fácil.
Pequenos serviços independentes.
A arquitetura de microsserviços é uma abordagem moderna que envolve dividir uma aplicação de software em diversos componentes individuais, porém conectados, conhecidos como microsserviços. Cada microsserviço possui sua própria funcionalidade e objetivo específico.
A estrutura é altamente adaptável, possibilitando que os programadores utilizem uma variedade extensa de ferramentas, tecnologias e linguagens de programação para sua configuração. Os elementos dos microsserviços podem ser escalados separadamente, o que torna a arquitetura mais capaz de lidar com picos de tráfego intensos. A sua autonomia torna o modelo mais confiável – caso um dos elementos falhe, os demais permanecem íntegros, garantindo que partes significativas do seu aplicativo continuem funcionando plenamente.
Uma desvantagem dos microsserviços é a complexidade na construção e manutenção das APIs. Tarefas como registro, cache e monitoramento de desempenho podem ser especialmente desafiadoras devido à variedade de componentes envolvidos. Além disso, devido ao funcionamento simultâneo de vários microsserviços, há um aumento no número de chamadas de API.
APIs complexas
Uma API composta é uma solução para o desafio apresentado pelas APIs de microsserviços, que consiste em combinar múltiplas solicitações em uma única chamada. Nesse método, as requisições separadas podem ser direcionadas a diferentes endpoints da API, porém o servidor de backend processa todas as consultas e fornece uma única resposta.
Isso resulta em tempos de carregamento mais ágeis e melhor desempenho, principalmente em tarefas cotidianas como a criação de uma conta. No entanto, nem todos os protocolos API são compatíveis e resolver problemas pode ser complexo se algo der errado.
Padronização de interfaces de programação de aplicativos.
Uma API unificada atua como um intermediário que coordena a comunicação entre diversas interfaces presentes em um mesmo aplicativo. Ela reúne solicitações de acordo com o formato de dados necessário e encaminha para os provedores de serviços apropriados.
Muitos provedores podem ser acessados simultaneamente, resultando em menos chamadas de API, semelhante ao uso de APIs compostas. Essa arquitetura é altamente eficiente em ambientes complexos e com conjuntos de dados variados, permitindo a utilização de vários protocolos e modelos de dados de uma só vez.
Agora que você adquiriu conhecimento sobre a organização de uma API, é o momento de explorar as diversas interfaces de programação de aplicativos para diferentes protocolos.
Selecionando um protocolo de interface de programação de aplicativos.
O protocolo regula a forma como a API estabelece a conexão entre os usuários e o servidor de backend, além de como as informações são trocadas entre eles. Sua importância é crucial no planejamento da API, influenciando diretamente a facilidade de manutenção a longo prazo. Por isso, a escolha do protocolo é um passo essencial e deve ser feita com cuidado.
Aqui estão os procedimentos mais comuns.
Descrição de uma interface de programação de aplicativos baseada em REST.
REST ou RESTful é um protocolo de API amplamente utilizado, conhecido como Transferência de Estado Representacional. Embora seja popular, possui diversas limitações. As APIs RESTful estabelecem rotas utilizando URLs.
Comparado a outros protocolos, o REST é bastante simplificado, porém a desvantagem é que ele transmite informações exclusivamente via HTTP, o que restringe os dados que pode transferir apenas a texto.
Existem formas de contornar essa restrição. Por exemplo, é possível indicar um tipo de conteúdo no cabeçalho e fornecer arquivos de mídia codificados em XML ou JSON. A ampla adoção desse protocolo demonstra que os desenvolvedores conseguiram fazê-lo funcionar com diversos formatos de dados. No entanto, é importante estar ciente dos obstáculos desde o início.
Paráfrase: É importante considerar que o formato da transmissão HTTP não é rigidamente estabelecido. Isso permite que o protocolo seja compatível com diversas plataformas, porém requer que o proprietário da API e o consumidor entrem em acordo sobre o formato de transmissão a ser utilizado. Em resumo, é necessário um pouco mais de planejamento para evitar possíveis falhas.
Com uma API RESTful, as solicitações e chamadas são feitas de forma independente, operando de maneira consistente ao interagir com o servidor, um balanceador de carga ou um proxy. A integração entre APIs RESTful e soluções de armazenamento em cache populares costuma ser altamente compatível.
Reescrita: Serviço de integração SOAP
Além das APIs HTTP, as APIs SOAP também são compatíveis com TCP e SMTP, utilizando normas estabelecidas para a transmissão de dados, o que torna as interações mais previsíveis e adequadas para a comunicação de conjuntos de dados complexos.
Nessa visão, parece ser uma alternativa mais eficaz e segura do que a REST. Contudo, isso não é completamente verdadeiro. O SOAP opera exclusivamente com XML e tem requisitos de solicitação mais rigorosos, sendo, portanto, o protocolo mais restritivo dos dois. Além disso, o código SOAP costuma ser mais complexo e demandar mais largura de banda do que o REST, o que pode não ser ideal ao desenvolver um aplicativo móvel.
Por essa razão, os programadores costumam optar por SOAP em aplicações complexas, priorizando a confiabilidade em detrimento da usabilidade ou do desempenho.
Red Procedural Call Application Programming Interface.
RPC se refere a Chamada de Procedimento Remoto e se distingue dos protocolos previamente abordados. Em vez de fornecer um documento ou arquivo, as APIs de RPC retornam uma confirmação de que uma função foi executada ou uma mensagem de erro.
Ativar operações em um servidor remoto não é uma habilidade acessível a todos, por isso as APIs RPC geralmente não são disponibilizadas ao público. Geralmente, são utilizadas internamente, estabelecendo-se um nível elevado de segurança entre o proprietário da API e o usuário.
Uma das fases fundamentais ao optar por um protocolo de API é investigá-lo minuciosamente e entender completamente as tecnologias que ele suporta. Ao analisar cada protocolo, é importante verificar a compatibilidade com seu sistema operacional e infraestrutura tecnológica. Identificar as linguagens de programação suportadas e compreender os formatos de dados compatíveis também são aspectos essenciais a serem considerados.
Qual é a real importância do formato de dados?
Selecionando a formatação adequada dos dados.
Num aplicativo, ocorre a constante troca de informações entre os usuários, o banco de dados e os serviços de terceiros. Estas informações são transmitidas por meio das diferentes APIs criadas e integradas no backend. A função do formato de dados é assegurar que todas as partes envolvidas na comunicação consigam identificar e compreender as informações.
A eficácia de uma API bem projetada pode ser comprometida se o formato de dados utilizado não for o correto. A seleção do formato apropriado pode impactar no desempenho e na eficiência dos recursos da sua aplicação, podendo determinar a diferença entre um aplicativo otimizado com ótima experiência do usuário e outro que consome muita bateria e demora para carregar.
Em geral, há muitos formatos de dados diferentes disponíveis, porém, no desenvolvimento de aplicativos móveis, dois se destacam claramente em relação aos demais:
XML é uma linguagem de marcação que é usada para representar e estruturar dados de forma legível tanto para humanos quanto para máquinas.
XML é conhecido como uma Linguagem de Marcação Estendida e, apesar de não ser exatamente um formato de dados, é uma linguagem que permite armazenar e transmitir informações por meio de tags, seguindo o padrão XML.
Os dados são dispostos em uma forma de árvore e são relativamente simples de verificar. Por isso, o XML é a escolha principal de desenvolvedores que lidam com grandes quantidades de dados e estruturas complexas.
Uma desvantagem do XML é a sua complexidade e dificuldade de compreensão. A complexidade do formato torna sua performance comparativamente mais lenta, e devido à sua antiguidade (iniciado em 1996), o suporte para algumas linguagens de programação populares é limitado.
Lamento, pero necesito más información o el texto completo para poder parafrasearlo. ¿Podrías proporcionarme más detalles?
Em comparação, JSON (ou JavaScript Object Notation) é um tipo de formato para a troca de informações que é completamente regulado. Surgindo no começo dos anos 2000, os programadores necessitavam de um método de comunicação de sessão que não dependesse de plugins extras nos navegadores. Por essa razão, o JSON é textual e mais simples de compreender em comparação com o XML.
Os dados são estruturados em um mapa de pares chave-valor, o que apresenta vantagens e desvantagens. Embora isso possa restringir as opções de validação e tornar o JSON menos ideal para estruturas de dados extensas, por outro lado, contribui para um melhor desempenho e redução do consumo de largura de banda. Além disso, o JSON é compatível com a maioria das linguagens de programação, minimizando assim os possíveis conflitos.
O JSON é frequentemente visto como a melhor escolha para APIs de backend móveis, mas é importante considerar outras opções antes de decidir. Ao fazer sua escolha, leve em consideração fatores como o tamanho dos dados, a complexidade do aplicativo e a compatibilidade dos formatos com o software utilizado.
Melhorando a velocidade de um aplicativo móvel utilizando armazenamento em cache.
Caching é a prática de fazer uma cópia de informações que são acessadas com frequência e guardá-las de modo que a recuperação seja mais rápida e simplificada. Muitas pessoas recorrem a essa técnica como uma das primeiras medidas para aumentar a velocidade de carregamento de um site, sendo igualmente eficaz para aplicativos móveis.
Além de agilizar a recuperação de dados, o cache também diminui o volume de solicitações que o servidor deve processar simultaneamente, resultando em menor carga na infraestrutura de backend. Isso resulta em um desempenho mais consistente, mesmo em situações de aumento do tráfego, e em menos atualizações à medida que o aplicativo móvel se torna mais popular.
Agora vamos examinar de forma mais aprofundada o conceito de armazenamento em cache e analisar as práticas recomendadas. Iniciaremos abordando as diversas categorias de armazenamento em cache.
Tipos de armazenamento em cache
O caching é eficaz devido à agilidade ao recuperar dados armazenados em cache em comparação com aguardar a geração novamente pelo servidor. É possível armazenar esses dados em diversas localidades distintas, resultando em diferentes tipos de cache.
- Memória em forma de bocheca.
Quando um usuário pede por dados específicos, uma cópia pode ser armazenada na memória RAM do servidor. Isso significa que, quando outra pessoa precisa dessas informações, elas são acessadas diretamente da RAM, proporcionando um aumento de desempenho devido à velocidade com que a memória operacional disponibiliza os dados.
- Armazenamento em cache no lado do cliente
Quando um usuário acessa um arquivo ou dados em seu aplicativo, seu dispositivo pode guardar uma cópia localmente. Assim, quando o mesmo dado é necessário novamente, o smartphone o busca no armazenamento local em vez de esperar pelo servidor. Esse sistema de cache não apenas agiliza o carregamento, mas também economiza largura de banda e dados, sendo benéfico para aplicativos móveis.
- Bochecha de malha
O cache de rede é similar ao funcionamento de uma Rede de Entrega de Conteúdo (CDN), que consiste em vários servidores localizados em data centers ao redor do mundo. Esses servidores armazenam cópias dos dados do aplicativo e os disponibilizam a partir do servidor mais próximo ao usuário, o que resulta em uma redução da latência e da distância percorrida pelos arquivos até chegarem ao dispositivo do usuário.
Diferentes tipos de caching apresentam vantagens e desvantagens. Por exemplo, com cache de memória, os dados ainda precisam ser transmitidos entre o servidor e o dispositivo do usuário. O consumo de dados permanece inalterado, e os tempos de carregamento dependem principalmente da conexão específica do usuário. As opções de cache no lado do cliente são geralmente limitadas, e CDNs funcionam apenas com dados estáticos, como imagens, arquivos de mídia e folhas de estilo CSS. Por isso, uma estratégia de caching eficaz envolverá a combinação dos três tipos de caching.
Você deseja aproveitar ao máximo os dados armazenados em cache, o que fará com que a maior parte do conteúdo visualizado pelos usuários seja carregada instantaneamente e reduzirá as solicitações ao servidor de backend.
O desafio surge quando se realizam modificações no aplicativo, como atualizar informações em uma página ou fazer upload de uma nova imagem de perfil, pois essas alterações são feitas no servidor. Se o cache for limpo e as solicitações não chegarem ao servidor, as atualizações não serão visualizadas pelas pessoas.
A única forma de solucionar essa questão é trocar as informações antigas armazenadas em cache pelas novas. Esse procedimento é chamado de invalidação de cache, e há diversas maneiras distintas de realizá-lo.
- Renovação de cache por tempo – consiste em estabelecer um prazo de validade para as informações armazenadas. Ao expirar, os dados são atualizados e as alterações feitas entre o cache inicial e a expiração são incluídas no cache.
Esta estratégia de invalidação é simples de ser colocada em prática, porém é crucial acertar o intervalo de tempo adequado. Se o período for longo demais, há o risco de disponibilizar informações desatualizadas e irrelevantes aos usuários. Por outro lado, se o intervalo for muito curto, o backend será sobrecarregado ao atualizar o cache desnecessariamente.
- Revalidação automática – as informações armazenadas em cache são atualizadas automaticamente quando ocorrem alterações no sistema principal. Cada registro no sistema principal possui uma chave correspondente que é copiada para o cache juntamente com os dados. Quando há modificações nos dados, a chave é alterada, tornando a versão antiga inválida e acionando a atualização automática do cache.
Ao configurá-lo adequadamente, você evitará que seu aplicativo móvel forneça informações desatualizadas. No entanto, essa forma de invalidação é mais complexa de ser implementada e costuma ocupar mais espaço de armazenamento.
- Reformulação: A opção alternativa é limpar o cache manualmente toda vez que você fizer alguma alteração. As ferramentas de cache costumam oferecer a possibilidade de gerenciar os dados em seu cache, o que facilita a atualização após cada modificação feita no site.
Dito isso, esse método em particular não é muito eficaz se a sua solução de armazenamento em cache também guarda informações modificadas pelos usuários, e é mais adequado se você mantém apenas dados estáticos.
A escolha do mecanismo de cache disponível para você depende principalmente da plataforma de hospedagem web que você utiliza. Se estiver utilizando um servidor privado virtual gerenciado, pode ser possível ter acesso root e escolher a plataforma de cache desejada, instalando-a e configurando-a conforme as necessidades do seu aplicativo. Ao explorar as opções disponíveis, é possível encontrar soluções inovadoras que facilitam e tornam mais eficiente o processo de caching.
Por exemplo, há softwares preditivos que analisam como o usuário interage com o aplicativo e identificam quais dados ele provavelmente acessará. Esses dados são então armazenados em cache para serem acessados rapidamente quando solicitados, resultando em uma entrega mais rápida e uso eficiente do armazenamento em cache.
Receber alertas por push e receber informações em tempo real.

A habilidade de enviar notificações push é um dos aspectos que fazem com que os aplicativos móveis sejam mais dinâmicos em comparação aos sites. Essas notificações possibilitam um maior controle na comunicação entre o aplicativo e os usuários, permitindo o envio de informações relevantes no momento apropriado. Porém, se usado de forma equivocada, os usuários tendem a desinstalar o aplicativo imediatamente.
Vamos analisar o funcionamento das notificações push, suas possíveis aplicações e aspectos a serem considerados ao configurar um sistema de atualização em tempo real.
Para quais finalidades as notificações push podem ser empregadas?
As notificações push podem servir para diversos propósitos e a forma de implementá-las varia de acordo com o seu projeto e estratégia empresarial. Embora não seja viável abordar todas as situações, destacaremos os cenários mais frequentes.
- Notificações de carrinhos abandonados – pesquisas recentes indicam que, em média, aproximadamente 7 em cada 10 indivíduos desistem de suas compras antes de concluir o processo de pagamento. Esse é um desafio significativo para empresas de comércio online de todos os tipos e portes, e dados do passado demonstram que uma solução para esse problema ainda não foi encontrada.
Dessa forma, caso você possua um aplicativo móvel, é possível reduzir a taxa de abandono do carrinho, ao menos em parte, por meio de notificações push.
- Paráfrase do texto: Introduzir novos usuários ao seu aplicativo é essencial para que eles entendam o que baixaram e como utilizá-lo. Destaque as funcionalidades principais e forneça dicas para que os usuários possam aproveitar ao máximo o aplicativo. Lembre-se de enviar notificações quando novas funcionalidades forem implementadas.
- Muitas vezes, é fundamental para a utilização contínua de um aplicativo enviar notificações importantes aos seus utilizadores. Por exemplo, caso haja uma alteração na política de privacidade, é essencial comunicá-los para que possam continuar desfrutando do serviço.
- Paráfrase: Deseja comunicar as promoções da Black Friday para o público? Uma ótima estratégia é enviar notificações para os celulares das pessoas, garantindo uma comunicação eficaz. Além disso, é possível personalizar as campanhas e ajustar as ofertas de acordo com diferentes grupos de clientes com facilidade.
- As recompensas, como pontos de fidelidade, moedas virtuais e jogos, são estratégias criadas com o objetivo de incentivar as pessoas a utilizarem aplicativos por mais tempo. Embora alguns usuários possam considerá-las dispensáveis, diversos casos comprovam sua eficácia. É importante lembrar os usuários de interagirem com tais recompensas, e um meio eficaz para isso é por meio de notificações push esporádicas.
- Os meios de comunicação têm como principal função manter as pessoas informadas sobre acontecimentos importantes no momento em que ocorrem. Da mesma forma, aplicativos ao vivo que cobrem eventos esportivos buscam manter seus usuários atualizados sobre o andamento das partidas em todo o mundo.
- Paráfrase: A maioria dos consumidores que fazem compras online aprecia o rastreamento de seus pedidos para saber a localização e o tempo estimado de entrega. Ao enviar notificações push, é possível manter os compradores informados sobre o status da entrega, proporcionando uma experiência de compra melhor e incentivando-os a usar o aplicativo móvel novamente no futuro.
Quais benefícios mais relevantes as notificações push oferecem?
Há várias situações em que as notificações push podem ser úteis. Alguns podem argumentar que muitas tarefas que mencionamos podem ser realizadas com eficácia por e-mail ou mensagem de texto. Embora isso seja correto, as notificações push têm benefícios distintos em relação às formas tradicionais de comunicação, como e-mail e SMS.
Vamos analisar alguns dentre eles.
- Reformulado: Convencer indivíduos a se inscreverem em uma newsletter é uma tarefa desafiadora, mas é mais viável persuadi-los a ativar notificações push e a participar ativamente de alertas.
- Evite falsas inscrições – em teoria, é possível solicitar que um usuário se cadastre em sua newsletter para acessar uma função específica, no entanto, isso pode gerar problemas. Primeiramente, muitas pessoas não apreciam essa abordagem e podem se sentir incomodadas. Além disso, nada impede que utilizem um endereço de e-mail temporário.
Pelo contrário, os usuários preferem receber notificações em seus telefones, pois não têm como transferi-las para outro dispositivo onde não serão visualizadas, o que os deixa mais satisfeitos.
- Eles são mais visíveis e legíveis, pois os usuários checam seus celulares várias vezes ao dia, deparando-se frequentemente com diversas notificações push de diferentes aplicativos, que muitas vezes são ignoradas antes de serem abertas.
Na esfera judicial, muitos utilizadores frequentemente verificam as suas caixas de entrada de e-mail. Contudo, ao depararem-se com um grande número de mensagens não lidas, costumam eliminá-las sem as abrir.
- Entrega instantânea – ao enviar sua notificação push, ela é exibida imediatamente no dispositivo do usuário, sem atrasos causados pela transferência da mensagem por diversos agentes, dispensando a necessidade de aguardar o usuário acessar a caixa de entrada ou verificar novos e-mails.
Isso possibilita criar uma sensação de urgência em suas notificações push e observar resultados imediatos. A diferença nas taxas de conversão se tornará evidente quando uma venda ou campanha promocional estiver chegando ao fim e você enviar um lembrete final para incentivar as pessoas a acessarem seu aplicativo.
- Gratuidade – caso opte por enviar mensagens de texto, haverá custos envolvidos. Ao utilizar um serviço de boletim informativo, é possível começar com um plano gratuito, porém, ao ultrapassar um certo número de assinantes, será necessário fazer upgrade para uma assinatura premium. Por outro lado, ao enviar notificações push, é possível evitar esses custos adicionais.
Qual é o funcionamento das notificações push?
Agora que entendemos as possibilidades das notificações push, vamos aprender como ativá-las.
Primeiramente, será necessário cadastrar o seu aplicativo nos diversos serviços de notificação push do sistema operacional (OSPNS), que são responsáveis por mostrar o alerta nos dispositivos dos usuários. Cada plataforma possui os seus próprios OSPNS.
Por exemplo, o APNS gerencia os aplicativos para iOS, enquanto o FCM cuida dos aplicativos Android e o ADM é responsável pelas notificações em dispositivos Kindle, entre outros sistemas.
Após cadastrar o seu aplicativo, o OSPNS cria um token exclusivo para cada instalação, que é então enviado de volta para o seu servidor ou VPS. A proposta é formar um conjunto de tokens que distinguem dispositivos individuais e incluem determinadas informações do usuário. Essa abordagem permite a personalização das notificações e o envio de alertas direcionados a indivíduos específicos.
Você tem a opção de utilizar OSPNSs para enviar alertas push diretamente aos dispositivos dos usuários. No entanto, essa abordagem demandaria a criação e o gerenciamento de alertas específicos para cada plataforma, o que pode ser demorado, especialmente se houver a necessidade de enviar informações sensíveis de forma rápida.
Por essa razão, é possível empregar um serviço de notificação push intermediário entre o seu servidor de backend e os OSPNSs. O intuito é automatizar diversas etapas relacionadas ao envio de notificações, como a verificação do token do dispositivo e o direcionamento das solicitações de notificação para o OSPNS apropriado.
Existem diversas opções de serviços disponíveis, cada um com suas particularidades e métodos de integração específicos. Portanto, é fundamental realizar uma pesquisa minuciosa e optar por aquele que seja simples de implementar e adequado para o seu aplicativo móvel.
Como posso otimizar o uso das minhas notificações push para obter o melhor proveito delas?
Mesmo após realizar todas as configurações necessárias, ainda é importante manter a atenção ao enviar notificações aos usuários de aplicativos móveis, a fim de convencê-los de que são úteis.
Há algumas diretrizes recomendadas que você pode adotar:
- Evite sobrecarregar os usuários com pedidos para ativar notificações. Muitos desenvolvedores costumam cometer o equívoco de mostrar imediatamente um pop-up solicitando que o usuário ative notificações push ao abrir o aplicativo. Mesmo que a funcionalidade do aplicativo dependa dos alertas, é importante permitir que o usuário explore antes de solicitar permissão para enviar notificações.
- Mantenha-se à frente em relação ao conteúdo das notificações do seu aplicativo móvel, pois os usuários estão ficando mais exigentes sobre permitir alertas. Para garantir que seu app seja bem recebido, é importante convencer as pessoas de que as notificações serão úteis, informando-as sobre o que verão e como isso irá beneficiá-las.
Se o aplicativo necessitar de notificações push para funcionar corretamente, informe aos usuários sobre as vantagens de habilitar essa função. Por exemplo, é possível criar um guia inicial que descreva as funcionalidades do aplicativo e os tipos de alertas que podem receber.
- Forneça aos utilizadores uma forma simples de desistirem – é importante proporcionar aos utilizadores o maior controlo possível sobre o que visualizam. Se inicialmente aceitarem notificações e posteriormente decidirem desativá-las, deve garantir que têm a opção de o fazer de forma rápida e simples.
Garanta que os usuários possam gerenciar diversos tipos de alertas de forma eficaz. Por exemplo, se você possui um aplicativo de comércio eletrônico, é provável que envie notificações de rastreamento de pedidos, atualizações de status, além de informações sobre novas vendas e promoções. Permita que os usuários desativem os alertas promocionais, mantendo a capacidade de monitorar suas compras e pedidos.
- Envie suas mensagens em momentos adequados ao longo do dia, pois é desagradável ser acordado no meio da noite para receber informações sobre novas criptomoedas. Considere os dados de análise, leve em conta os diferentes fusos horários dos usuários e envie alertas somente durante o horário de vigília.
- Evite enviar um grande volume de notificações de uma vez, mesmo que sejam úteis, pois isso pode irritar as pessoas. É importante manter os usuários engajados, mas é fundamental não exagerar. Estabeleça um cronograma e distribua suas alertas de forma equilibrada.
- Mantenha as notificações direcionadas ao usuário, levando em consideração suas preferências e comportamento de navegação. Ao analisar os dados, personalize as mensagens para cada usuário, o que resultará em maior engajamento e aumento das vendas.
Reformulação do texto original: Verificação de identidade.

Seu servidor de backend do aplicativo é responsável por verificar a identidade das pessoas que estão acessando. Esse processo é complexo e crucial, uma vez que a autenticação é responsável por conceder acesso a usuários finais, administradores de aplicativos e desenvolvedores.
É evidente que a segurança deve ser a prioridade principal nesse aspecto. A forma como os procedimentos de autenticação são estabelecidos e aplicados pode determinar se um aplicativo é seguro e protegido ou se coloca em risco os dados do usuário.
Entretanto, lembre-se de que os formulários de inscrição e login são priorizados na exibição inicial, devendo ser seguros e acessíveis.
Você precisa encontrar um ponto de equilíbrio delicado em que o seu sistema garanta máxima segurança, ao mesmo tempo em que evita impor aos usuários quaisquer etapas adicionais ou regras irritantes.
Vamos começar investigando o funcionamento da maioria dos sistemas de autenticação ao olhar mais de perto sob o capô.
Diferentes formas de verificar a identidade.
Verificar a identidade de um usuário vai além de simplesmente checar as informações de login e permitir o acesso. Existe uma complexidade por trás disso, com diferentes métodos, cada um com seus prós e contras.
Vamos analisar os dois métodos de autenticação mais comuns.
- A autenticação declarada ou baseada em sessão é reconhecida por sua implementação descomplicada e pela maneira segura como lida com as informações do usuário. Tudo começa com o usuário inserindo suas informações de login. Após a validação, o servidor cria uma sessão e gera um identificador de sessão aleatório, que é enviado de volta para o cliente.
A partir deste momento, cada solicitação feita pelo cliente inclui o ID da sessão, que é verificado pelo servidor ao recebê-lo para confirmar sua validade. Se o ID for válido, a solicitação é então processada.
- Reconhecer o usuário sem armazenar informações – a autenticação sem estado, também chamada de autenticação baseada em token, ocorre quando o servidor cria e assina um token criptografado após a validação do login. Esse token é enviado ao cliente e utilizado para autenticação em cada solicitação subsequente ao servidor.
Diferentes modelos estão disponíveis, porém o padrão de token de acesso mais popular é conhecido como JSON Web Token (JWT).
Um JWT é composto por três elementos distintos: o cabeçalho, que inclui detalhes sobre o algoritmo de criptografia empregado na sessão, a carga útil, que contém os dados relevantes da sessão, e a assinatura, que é essencial para verificar a validade do token.
O JWT é protegido por criptografia, sendo possível revelar seu conteúdo apenas com uma chave guardada no servidor backend. Ao conseguir decifrar com sucesso, o sistema de autenticação consegue validar a autenticidade do token, permitindo que a requisição prossiga.
Vantagens e Desvantagens
A autenticação declarada é aparentemente a opção mais simples entre as duas, porém requer um banco de dados com IDs de sessão ativas, de modo que, sempre que uma solicitação é feita, o servidor de backend precisa verificar no banco de dados se há uma correspondência.
Por um lado, a autenticação stateful demanda maior capacidade de armazenamento, enquanto que, por outro, as solicitações extras sobrecarregam o servidor.
Além disso, é consideravelmente mais demorado. Enquanto um servidor comum pode realizar a descriptografia e validação de uma assinatura em um token sem estado em apenas um milissegundo, a verificação da autenticidade de um ID de sessão em uma consulta de banco de dados leva muito mais tempo.
A autenticação estatal não se adapta tão bem em um ambiente horizontal. Se sua infraestrutura de backend é composta por apenas um servidor, não haverá problemas, mas ao utilizar várias máquinas, é necessário garantir que todas elas possam acessar as IDs de sessão atualizadas no banco de dados. Por outro lado, a autenticação baseada em token é mais eficiente em um ambiente multi-nó, pois não exige a replicação de dados de sessão em diferentes servidores.
A autenticação baseada em sessão oferece uma vantagem adicional, permitindo o controle do banco de dados por meio dos IDs de sessão ativos. Caso haja alguma atividade suspeita por parte de um usuário em seu aplicativo, é possível encerrar a sessão dele antecipadamente.
Com isso em mente, é importante considerar que os sistemas de autenticação sem estado possuem desvantagens. Um token sem estado armazena todas as informações da sessão, como o ID do usuário e dados sensíveis, o que pode representar uma ameaça à segurança, dependendo da forma como o sistema é desenvolvido. Portanto, é imprescindível não subestimar esse risco.
Em um sistema de autenticação sem estado, cada token possui um prazo de validade próprio. Após ser emitido, é difícil revogar o acesso aos recursos autorizados ao seu dono.
Independentemente da abordagem que você escolher, pode não ser uma decisão inteligente construir o sistema de autenticação do aplicativo por conta própria. Existem várias bibliotecas e soluções confiáveis disponíveis que podem lidar com segurança com essa função. Além de economizar tempo, essas ferramentas podem responder automaticamente a muitas questões complexas relacionadas ao gerenciamento e armazenamento dos dados do usuário.
Exigências e Regras para a Criação de Senhas
Sempre que um indivíduo se registra, é necessário que criem uma senha. É responsabilidade deles escolher uma senha que garanta a segurança de seus dados. Se optarem por algo como “123456”, não será sua responsabilidade se um hacker conseguir adivinhar e comprometer a conta deles.
Entretanto, um ataque bem-sucedido ao utilizador do seu aplicativo também não trará benefícios. Qualquer tipo de violação, não importa quem seja o responsável, prejudicará a reputação do seu aplicativo, portanto, é importante tomar medidas para reduzir a chance de intrusões.
Você também deseja assegurar que os usuários irão se envolver com o seu aplicativo sem se preocupar com possíveis ataques de hackers. Para alcançar esse objetivo, é essencial encorajar os usuários a criarem senhas robustas.
Você tem a opção de exigir que todos utilizem senhas com mais de 20 caracteres, contendo letras maiúsculas, números e símbolos. Embora isso aumente a segurança, pode não ser tão necessário se não houver muitas informações sensíveis para proteger.
Os requisitos de senha muito rígidos podem causar frustração e prejudicar o avanço do seu aplicativo. É importante impor restrições, mas é essencial encontrar um equilíbrio adequado.
As limitações que você estabelece devem estar de acordo com o tipo de serviço que você oferece. Por exemplo, se o seu aplicativo de notícias permite que os usuários se cadastrem apenas para comentar em artigos e não requer muitas informações pessoais, as restrições impostas não precisam ser tão rígidas.
Porém, se você gerencia um negócio online em que os clientes podem armazenar informações de cartão de crédito, é essencial que eles estejam cientes da importância da segurança da conta. Portanto, é fundamental que eles criem senhas robustas para garantir a proteção adequada de seus dados.
É fundamental utilizar ferramentas como geradores de senhas aleatórias e aplicativos de gestão de senhas para auxiliar na criação e manutenção de senhas complexas, facilitando sua recuperação.
Verificação em duas etapas
A autenticação de dois fatores, como indica o seu nome, necessita de duas informações distintas para permitir o acesso à conta do usuário. A primeira é formada pelas credenciais de login fornecidas durante o cadastro, e a segunda é um código temporário ou senha enviado ao usuário por SMS ou gerado por um aplicativo específico. Caso esse código não seja inserido, o acesso será recusado.
A proposta é que mesmo que os hackers obtenham ou descubram a senha, eles não conseguirão acessar a conta pois não têm o telefone da vítima em mãos.
Muitos aplicativos e serviços bancários online exigem a autenticação de dois fatores. Isso é uma forma de incentivar os usuários a adotarem essa prática, embora nem sempre seja a abordagem mais eficaz. O ideal seria demonstrar aos usuários os benefícios de segurança e permitir que eles ativassem essa funcionalidade por conta própria.
Alojamento VPS gerido para aplicações móveis de servidor.

A procura por um ambiente de hospedagem apropriado para o backend de seu aplicativo deve ser iniciada logo no início do processo de planejamento.
Há quatro elementos fundamentais que devem ser levados em conta.
- Reformulação: Independentemente do tipo de negócio que você tenha, é fundamental acompanhar de perto os lucros. Inicialmente, as margens costumam ser estreitas, por isso é importante controlar os gastos. Mesmo após alcançar um certo crescimento, é essencial manter os lucros em patamares satisfatórios. Portanto, é crucial evitar prejuízos a todo custo.
- Desempenho é crucial ao projetar e otimizar o backend de um aplicativo móvel. Certifique-se de escolher um serviço de hospedagem web poderoso o suficiente para manter a velocidade de carregamento consistente e garantir um desempenho excelente. É essencial selecionar configurações de servidor que ofereçam recursos adequados para alcançar esses objetivos.
- Simplicidade na utilização – manter um aplicativo móvel já é desafiador, por isso é aconselhável buscar um fornecedor que se encarregue das complexidades de gerenciar um servidor de hospedagem. É desejável que a equipe de suporte do provedor seja responsável por configurar e manter o servidor funcionando corretamente. Além disso, é importante ter acesso a um painel de controle com uma interface amigável para facilitar suas atividades diárias.
- É importante que a quantidade de usuários utilizando seu aplicativo aumente de forma constante. Quando isso ocorre, pode ser necessário migrar para um serviço de hospedagem mais robusto para evitar períodos de inatividade e interrupções no serviço. É recomendável buscar um serviço flexível que possa lidar com o aumento de tráfego sem a necessidade de transferir grandes quantidades de dados entre servidores.
Mantenha esses aspectos em consideração ao explorar as diversas opções disponíveis, e você terá dificuldade em encontrar uma configuração de hospedagem superior a um VPS gerenciado. Vamos examinar outras opções para entender o motivo.
A hospedagem compartilhada não é a melhor opção para alojar um backend de um aplicativo móvel, pois não oferece o desempenho necessário e é otimizada apenas para sites, o que limita a possibilidade de personalização para atender às demandas específicas desse tipo de aplicativo.
Com a hospedagem compartilhada sendo descartada, suas alternativas são um servidor virtual privado ou um servidor dedicado. Anteriormente, o último era considerado a opção mais robusta de hospedagem e a escolha principal para projetos online mais elaborados.
Este tipo de serviço de hospedagem na web proporciona acesso a um servidor físico potente que, se for configurado corretamente, pode assegurar alta velocidade. Como você dispõe de todo o servidor para si, pode ajustá-lo conforme as necessidades específicas do seu aplicativo. Você é o único usuário no servidor, então não há preocupação com a interferência de outros clientes no desempenho ou na segurança.
Mas nem todas as notícias são positivas. A hospedagem dedicada sempre foi bastante dispendiosa. Mesmo as opções mais acessíveis ainda custam em torno de 100 dólares por mês, e embora possam oferecer a velocidade desejada no momento, isso pode não ser sustentável a longo prazo. Conforme seu aplicativo se torna mais sofisticado e popular, será necessário fazer upgrade para uma máquina mais potente, momento em que você enfrentará os desafios da configuração.
Quando a máquina dedicada não consegue mais atender às necessidades dos aplicativos móveis, é necessário substituí-la por uma mais robusta. Isso implica em transferir todo o sistema de um servidor para outro, um procedimento complicado que demanda tempo e pode ocorrer falhas facilmente.
Dessa forma, um servidor dedicado pode ser utilizado como uma alternativa de hospedagem para o seu sistema de suporte, porém é uma opção dispendiosa e que pode não ser simples de ajustar às demandas em expansão do seu aplicativo. Qual seria a alternativa viável nesse caso?
A hospedagem VPS foi desenvolvida para resolver os problemas encontrados na hospedagem dedicada. Em vez de utilizar um servidor físico, é utilizado uma máquina virtual, que possui um endereço IP dedicado e recursos de hardware disponíveis continuamente.
Como consequência, é possível obter um desempenho confiável e uma segurança aprimorada. Em contraste com um servidor dedicado, um VPS é mais acessível. A virtualização possibilita aos provedores otimizarem o uso de seu hardware, tornando os servidores privados virtuais mais econômicos do que os dedicados.
Outro benefício importante é a capacidade de expandir facilmente. Antes de instalar seu VPS, você define a configuração de hardware desejada. A tecnologia de virtualização e computação em nuvem possibilitam que você escolha a quantidade de poder de processamento, memória e armazenamento que seu servidor terá, permitindo personalizá-lo conforme suas necessidades individuais e evitando custos desnecessários com recursos não utilizados.
Essencialmente, é possível modificar as configurações conforme necessário. Dessa forma, caso ultrapasse a capacidade do seu plano VPS atual, você poderá aumentar os recursos sem a necessidade de transferir dados entre máquinas.
Devido a todos esses benefícios, a popularidade dos planos VPS está em ascensão, porém certas pessoas ainda hesitam quanto à capacidade de gerenciar um servidor completo sozinhas.
Felizmente, há opções de VPS gerenciadas que podem lidar com a maioria das dúvidas. Com um plano gerenciado, o provedor implementa o servidor virtual e cuida de todas as tarefas complicadas de administração relacionadas à configuração e operação do servidor. Em vez de se preocupar com atualizações, patches, configurações de firewall, entre outros, você pode delegar essas responsabilidades aos especialistas do provedor, permitindo que você se concentre no desenvolvimento do seu aplicativo.
Com um servidor virtual privado gerenciado, você recebe um painel de controle e uma interface gráfica que permitem configurar e ajustar diferentes aspectos da operação do seu servidor. Além disso, você tem acesso SSH para executar comandos e, em alguns casos, pode obter acesso root.
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Resumo final
Seu sistema de suporte do aplicativo móvel é composto por diversos sistemas e componentes complexos, cada um desempenhando um papel crucial para garantir que seu projeto atenda às expectativas dos usuários em termos de desempenho e funcionalidade. Projetar um sistema de suporte bem configurado não é tarefa simples, sendo necessário dedicar tempo para considerar os vários aspectos envolvidos em sua operação.
Ele representará um desafio, porém, se você conseguir, seu aplicativo certamente surpreenderá até mesmo o usuário mais exigente.
Perguntas comuns
Como posso realizar o alojamento de um servidor móvel?
Resposta: Mesmo que certos provedores ofereçam serviços de hospedagem de aplicativos especializados, o backend de aplicativos móveis não requer especificações de hardware específicas. De modo simples, é necessário um servidor e uma conexão com a internet. Após essa configuração, é possível instalar e configurar o software para disponibilizar as funcionalidades do aplicativo.
Onde devo instalar o backend do meu aplicativo?
Resposta: É possível instalar o backend em diferentes tipos de máquinas, incluindo computadores domésticos, porém, para obter um aplicativo ágil e eficiente, é recomendável contratar um servidor configurado em um data center. Para aplicativos muito populares, é indicado implantar o backend em um cluster de servidores para garantir alta disponibilidade e desempenho otimizado.
Qual é o valor para alojar um aplicativo para telemóvel?
Reformulação: As soluções VPS gerenciadas não costumam ser significativamente mais caras do que os planos compartilhados, a menos que você esteja desenvolvendo algo muito complexo. É natural que, à medida que seu aplicativo se torna mais popular e requer mais recursos, o servidor precisa ser mais poderoso.